Comentário sobre o filme Helvética

     
                  A Helvetica é uma fonte tipográfica considerada como uma das mais populares ao redor do mundo. Foi criada em 1957 pelos designers Max Miedinger e Eduard Hoffmann. Devido às preocupações que originaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico. No documentário, é ressaltado que a fonte é observável em todos os lugares do nosso cotidiano, como nos letreiros de ônibus, nas placas em ruas, nos cartazes,  em roupas, em marcas, ou seja, em todos os lugares encontra-se algum resquício de Helvética.                
                A sua forma popularizou-se por ser transmitida de maneira clara e objetiva, dando mais legitimidade para o publicador e aos envolvidos. Além disso, a comunicação visual por meio da fonte Helvética se torna mais acessível  - legível -, transparente e responsável, por ser uma estética universal que todos usam, o relacionamento entre a leitura e o leitor torna-se facilitada. No filme, ainda é apresentado alguns grupos de fontes de escrita que foram adversários da famigerada Helvética, criaram outra fonte totalmente adversa a essa, com irregularidades, tamanhos sem ordem, uma decomposição da forma original. 
                Em suma, é importante ter em mente a importância do tipo de fonte usada para nos atrair o olhar e passar confiança, essa fonte, em específico estudada, nos mostra claramente que foi preciso muitos estudos para conseguir os resultados obtidos hoje, e isso evidência para atentarmos as fontes escolhidas principalmente nos trabalhos, em cartazes ou banners.  

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Parágrafo inspirado no texto "Para além do corpo cravado de likes: a revolução deve ser lúdica!" de José dos Santos Cabral Filho